27/12/2007

Como a Fé Resiste a Descrença?

Desde que se espalhou a notícia extraída do censo demográfico do IBGE de 2000, Nova Ibiá, vilarejo de 7 000 habitantes no interior da Bahia, ganhou um estigma e uma obsessão. Como os números do censo mostravam que 59,85% dos seus habitantes diziam não ter religião alguma, Nova Ibiá passou a conviver com o estigma de ser a cidade mais atéia do Brasil. Em nenhuma outra, em ponto algum do país, tanta gente dizia não ter filiação religiosa. A segunda cidade com a maior tropa de sem-religião era Pitimbu, no interior da Paraíba, mas com números mais modestos – 42,44%. Desde então, a obsessão de Nova Ibiá é livrar-se do estigma do ateísmo. "Conheço dois ou três ateus, e só. Isso não é verdade", diz Raimundo Santana, bispo da Igreja Batista, atualmente ocupado em preparar os festejos do ano que vem, quando sua igreja completará 100 anos na região. "Não acredito nisso, nunca ninguém aqui me disse que não tem religião", reforça Albervan da Silva Cruz, o primeiro padre a residir em Nova Ibiá. "A cidade mais atéia? Não é verdade", sentencia o prefeito José Murilo Nunes de Souza, de 41 anos, com a autoridade de quem confessa, meio a contragosto, que se criou católico, mas não tem religião.

Os porta-vozes de Nova Ibiá, um povoado que fica nos confins da falida zona cacaueira da Bahia, estão em harmoniosa sintonia com a maioria dos brasileiros. No maior país católico do planeta, no país do sincretismo religioso, no país onde católicos têm benzedeira e evangélicos vão a sessões espíritas, no país que alega, num misto de gracejo e esperança, ser a terra natal de Deus, o Todo-Poderoso, quase nada é pior do que ser ateu. Uma pesquisa encomendada por VEJA, realizada pela CNT/Sensus, mostra que 84% dos brasileiros votariam em um negro para presidente da República, 57% dariam o voto a uma mulher, 32% aceitariam votar em um homossexual, mas – perdendo de capote – apenas 13% votariam em um candidato ateu (veja quadro). Pior que isso só o capeta. O levantamento mostra que, entre os grupos populacionais que se convencionou chamar de minorias – racial, sexual ou de gênero –, a minoria mais rejeitada é a religiosa, ou a anti-religiosa. No Brasil de São Frei Galvão, portanto, ser temente a Deus é mais do que uma marca nacional – chega a ser, informa a pesquisa, um imperativo social.

Às vésperas do Natal, quando 2,1 bilhões de cristãos vão comemorar os 2 007 anos do nascimento de Jesus Cristo, os católicos brasileiros seguem diminuindo ano após ano, como vem acontecendo desde 1940, mas ainda formam uma estupenda multidão: são quase 74% da população brasileira – o que equivale a mais de 130 milhões de fiéis. Com alguns disciplinados e praticantes e muitos displicentes e relapsos, os católicos do Brasil, com seu número espetacular, mostram o vigor da crença divina, a pujança da fé, a robustez de Deus – uma potência curiosamente dotada de todas as qualidades inversas às da humanidade, que é criada (e Deus é incriado), que é limitada (e Deus é ilimitado) e que é mortal (e Deus é imortal). Os números da fé no Brasil talvez sirvam como explicação para dois fenômenos. Explicam a resistência da religiosidade em um mundo marcado pela descrença e, ao mesmo tempo, o notável preconceito da maioria dos brasileiros em relação aos ateus. Faz sentido rejeitar alguém apenas porque não acredita em Deus?

"Faz todo o sentido", afirma a historiadora Eliane Moura Silva, professora da Universidade Estadual de Campinas e especialista em religião, ela própria uma atéia. "O brasileiro ainda entende o ateu como alguém sem caráter, sem ética, sem moral." É um entendimento que parece espalhar-se de modo mais ou menos homogêneo por todas as classes sociais. Recentemente, a historiadora deu duas aulas sobre ateísmo na Casa do Saber, instituição criada para eliminar lacunas intelectuais dos endinheirados de São Paulo, e a platéia teve uma reação adversa, quase hostil, às idéias ateístas. Antes, a neurocientista Silvia Helena Cardoso, doutora em psicobiologia pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, publicou um artigo num jornal de Campinas discutindo se os santos seriam esquizofrênicos, dada a freqüência com que tinham visões – ou alucinações. Recebeu tantas ameaças que resolveu abandonar o assunto. O professor Antônio Flávio Pierucci, da Universidade de São Paulo, especialista em sociologia da religião, explica o fenômeno: "Os brasileiros não estão habituados a se confrontar com a realidade do ateu". É o que leva os políticos – antes, durante e depois da eleição – a sempre dizer que ninguém é mais temente a Deus do que eles.

Em maio passado, o instituto Datafolha fez uma pesquisa sobre religiosidade por ocasião da visita ao país do papa Bento XVI. A pesquisa relevou a dimensão impressionante da fé brasileira: 97% disseram acreditar na existência de Deus, 93% informaram crer que Jesus Cristo ressuscitou depois de morrer crucificado e 86% concordaram que Maria deu à luz sendo virgem. Com números tão possantes, não há dúvida de que o Brasil figura entre os países mais crédulos do mundo – e isso abre um paradoxo. São cada vez mais abundantes as descobertas científicas sobre a origem do universo e das espécies. Se a credulidade não se abala diante disso, é lícito questionar que talvez nenhuma prova científica, por mais sólida e contundente, seja capaz de reduzir a pó o teísmo, a crença no divino (veja reportagem) "O último deus desaparecerá com o último dos homens", diz o filósofo francês Michel Onfray, em seu Tratado de Ateologia, sucesso retumbante com mais de 200.000 exemplares vendidos na França. E, ateu convicto, ele alfineta: "E com o último dos homens desaparecerão o temor, o medo, a angústia, essas máquinas de criar divindades".

Antes que o último homem se vá, percebem-se aqui e ali sinais de que a religião, em que pese seu vigor, começa a perder público – no Brasil, inclusive. De 1940 a 1970, a turma dos brasileiros sem religião ficou praticamente do mesmo tamanho, atolada em menos de 1% da população. Nas últimas três décadas, saltou de 1,6% para 7,3% (veja gráficos e mapa). Os sem-religião já são o terceiro maior grupo, atrás de católicos e de evangélicos. Pelos dados do último censo, os sem-religião eram 12,5 milhões, mais que um Portugal inteiro. Não são todos ateus, é claro. Entre eles, há agnósticos, secularistas, céticos e até quem acredita em Deus, mas não pratica nenhuma religião. O IBGE não pergunta aos entrevistados se são ateus ou não. Calcula-se, no entanto, que os ateus sejam uns 2%. Nos Estados Unidos, eles oscilam nessa faixa, mas os sem-religião de lá chegam aos 15%. No mundo, os ateus são uns 4%. São poucos, sobretudo se comparados aos bilhões de cristãos, muçulmanos e judeus, para ficar apenas nas três grandes religiões monoteístas, mas é uma massa crescente, principalmente nos países desenvolvidos. Na Espanha, Alemanha e Inglaterra, menos da metade da população acredita em Deus. Na França, os crentes não chegam a 30%.

Entre os brasileiros sem religião, a maior curiosidade está na Bahia de Todos os Santos, terra onde frei Henrique de Coimbra rezou a mítica primeira missa, em 26 de abril de 1500. A Bahia, que abriga Nova Ibiá e seu esquadrão de sem-religião, é o terceiro estado com o maior contingente de brasileiros sem filiação religiosa. E Salvador, entre as capitais, é a campeã nacional: 18% dos soteropolitanos não têm religião. Considerando-se o país todo, os sem-religião são mais numerosos entre os homens e entre os brasileiros com menos de 55 anos. Não se sabe de onde eles vêm. É provável que venham do rebanho de católicos desgarrados. O Rio de Janeiro, por exemplo, é o estado menos católico do país e, simultaneamente, tem o maior pelotão de sem-religião. Também é certo que boa parte dos católicos está virando neopentecostal. Nas duas últimas décadas, à queda acentuada de católicos correspondeu uma alta igualmente acentuada de evangélicos – em especial da Igreja Universal do Reino de Deus, que, sendo uma voraz sugadora de fiéis e dízimos, se transformou em potência divina e comercial.

A raiz do fenômeno que irriga o crescimento de evangélicos e de sem-religião faz parte da mesma genealogia: os laços étnicos e culturais de boa parte dos brasileiros estão se desfazendo como resultado da modernidade – do que a modernidade traz de positivo, como o aumento da escolarização e a crescente profissionalização de certas camadas sociais, e do que traz de negativo, como a desestruturação das famílias e a favelização das metrópoles. "É a religião atuando como solvente", diz o professor Flávio Pierucci, da USP. Seus números apóiam sua percepção. Um laço étnico que se desfaz: entre os adeptos do candomblé, credo de origem africana, 40% são brancos. Outro: nos cultos afro-brasileiros há cerca de 100.000 negros, e nos cultos evangélicos os negros já são 1,7 milhão. Mais um: os brasileiros que trocam o catolicismo pelo neopentecostalismo estão dissolvendo um laço cultural e histórico, substituindo a religião fundadora do Brasil, herança que vem do fundo do passado colonial, por uma novidade na cena religiosa do país. É aí, nesse processo de dissolução, que crescem os ateus e os sem-religião.

Por razões distintas, o ateísmo também é crescente lá fora. Nos Estados Unidos, o embate entre religiosos e sem-fé ficou mais intenso depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, praticados por dezenove muçulmanos, e da eleição do presidente George W. Bush, o astro da direita cristã que se julga interlocutor de Deus. Com os cristãos conservadores exercendo notável influência em tribunais e escolas, os Estados Unidos são um caso único entre os países ricos e democráticos. Nenhum outro tem grau tão elevado de religiosidade – e de radicalismo. Em 2001, os mais fanáticos líderes religiosos americanos, em vez de condenar os atentados, disseram que eram uma punição contra um país que aceitava o aborto e o homossexualismo... Nesse ambiente, a literatura sobre o ateísmo tem feito barulho e sucesso, como é o caso do biólogo inglês Richard Dawkins, autor de Deus, um Delírio, do jornalista inglês Christopher Hitchens, que mora em Washington e escreveu Deus Não É Grande, e do filósofo americano Sam Harris, autor de Carta a uma Nação Cristã, um manifesto cortante em defesa do ateísmo (veja entrevista).

Ainda que sua história seja pouco conhecida, o ateísmo nasceu junto com a primeira religião, mas só entrou no cardápio das idéias abertamente debatidas com o advento do iluminismo, no século XVIII. Assim como os crentes, que se dividem em uma miríade de correntes e denominações, os ateus de hoje divergem em muitos pontos, mas há alguns consensos. Um deles é que a moralidade não depende das religiões, e, portanto, um ateu pode ser ético e bom. A favor da tese está a neurociência, cujas descobertas já provaram que até os chimpanzés têm noções morais, sentimentos de empatia e solidariedade – e não rezam nem crêem em Deus. Outro ponto em que todos os autores sobre ateísmo concordam é que as religiões produziram (e ainda produzem) notável rastro de sangue. Além dos exemplos clássicos das Cruzadas dos cristãos ou da expansão islâmica à base da espada, há exemplos contemporâneos. Na Irlanda do Norte, protestantes lutam contra católicos. Na Caxemira, são muçulmanos contra hindus. No Sudão, cristãos contra muçulmanos, que também se confrontam na Etiópia, na Costa do Marfim, nas Filipinas... Crentes de diferentes religiões ou denominações guerreiam no Irã, no Iraque, no Cáucaso, no Sri Lanka, no Líbano, na Índia, no Afeganistão...

É evidente que a moralidade não é mesmo resultado da religião, mas também não é resultado de sua ausência. Adolf Hitler (1889-1945), que planejou dizimar um povo inteiro, se dizia religioso. Josef Stalin (1879-1953), cujas vítimas fatais podem chegar a 20 milhões de soviéticos, se dizia ateu. Os religiosos também concordam que a fé já provocou guerras e violência. Em outubro passado, o papa Bento XVI, num encontro em Nápoles com lideranças multiconfessionais, conclamou a todos para "reiterar que a religião nunca poderia ser um veículo do ódio". Mas também se sabe que as religiões já contribuíram para a paz e desempenham um valoroso trabalho missionário nas áreas mais miseráveis do planeta. Ninguém pode afirmar que os deuses, os livros sagrados e as preces são uma criação do homem, sem nenhuma intervenção divina. Também ninguém pode garantir o contrário. Sendo assim, enquanto a idéia de Deus, a imagem do menino Jesus na manjedoura ou o espírito do Natal servirem para confortar e congregar milhares, milhões, bilhões de seres humanos, é bom que a fé possa seguir contribuindo para levar paz a homens e mulheres. Incluindo os moradores da pequena Nova Ibiá.

Fotos Gregorio Borgia, Ali Jarekji / Reuters, Steve Cole / Getty Images / Royalty Free

DO SANGUE E DA FÉ
Católicos se reúnem na Praça de São Pedro, em Roma (acima), e muçulmanos se encontram em Meca, na Arábia Saudita: os ateus nasceram junto com a primeira religião e, hoje, denunciam que, por trás da crença em Deus, há um rastro de violência e barbárie

Reuters





ONDE FORAM PARAR OS
ATEUS DE NOVA IBIÁ?

Fotos Xando Pereira, Steve Cole/Getty Images/Royalty Free

SEM PADRE
Sem a presença do padre, católicos fazem a leitura da Bíblia: convite para recrutar mais fiéis

No caminho para Nova Ibiá, a cidade baiana onde 60% da população diz não ter nenhuma religião, há uma igreja abandonada. Cercada por um mato alto e paredes descascando, a Igreja Nossa Senhora de Lourdes, onde se celebrava uma missa mensal, não abre mais as portas. Lília Lisboa, que cuidava do prédio, mudou-se para Salvador e ninguém se interessou em tomar conta do templo. Quinze quilômetros à frente, já no centro de Nova Ibiá, diante da praça central, fica a modesta Igreja de São José, o principal templo católico do vilarejo. Ali, numa noite de segunda-feira, dezoito pessoas escutavam a leitura da Bíblia sob a luz tênue de uma vela grande e oito velas pequenas. Não havia padre no altar. A leitura da Bíblia era feita por uma beata, sentada no primeiro banco de madeira. À entrada da igreja, um cartaz conclamava: "Toda a igreja está feliz com sua vinda. Quando voltar, traga um convidado".

Apresentada assim, com igreja abandonada e campanha de recrutamento de fiéis, Nova Ibiá parece fazer jus à fama de a cidade mais atéia do Brasil. Mas há algo que não se encaixa. Tudo em Nova Ibiá recende a religião. O município não tem agência bancária, médico, hospital nem juiz, mas tem três lan houses – e nada menos que doze igrejas. São três católicas e nove templos evangélicos, além de um terreiro de candomblé. "Também", diz o prefeito, José Murilo de Souza, "é mais fácil abrir uma igreja do que um comércio." Na Igreja de São José, cujo santo é o padroeiro do povoado, as missas de domingo reúnem 150 fiéis. Dobrando a esquina, a Igreja Batista de Nova Ibiá, fundada em 1908, recebe 400 pessoas nos dias mais concorridos – uma enormidade para um vilarejo de 7 000 habitantes. O altar é um móvel de compensado, custou 180 reais logo ali, na Paloma Móveis, mas o sistema de som, para não perder um único aleluia, é coisa de 25 000 reais. "Aqui, ou é crente ou é católico", diz o bispo Raimundo Santana, negro corpulento de 51 anos, casado, quatro filhos, todos batistas e um já missionário, que há 28 anos comanda a Igreja Batista de Nova Ibiá.

COM O BISPO
O bispo Raimundo, em seu templo: o altar é de compensado, custou 180 reais, mas o som é de primeira

Onde estão os ateus, os agnósticos, os sem-religião de Nova Ibiá? Há algo que não se encaixa. Em 1991, o censo do IBGE descobriu que havia 6,35% de pessoas sem religião na cidadezinha e que 83,35% da população dizia ser católica. Em 2000, no novo censo, a realidade havia virado de ponta-cabeça: 59,85% afirmavam não ter religião e apenas 16,02% diziam-se católicos. Tamanha mudança só se justificaria com uma rebelião de católicos, mas ninguém tem notícia de um movimento dessa natureza. Ao contrário. Até fevereiro do ano passado, o padre não morava em Nova Ibiá. Ia à cidade de vez em quando, para celebrar a missa, e partia. Agora, o padre Albervan da Silva Cruz mora na cidade e reza muita missa. Na Igreja Matriz, há missa no domingo, na terça, na primeira sexta de cada mês e, de quinze em quinze dias, no sábado. Na Igreja de São Roque, a missa é na quinta. Na Igreja de São Francisco, na zona rural, a missa é rezada duas vezes por mês, sempre aos domingos. Aos 30 anos, o padre Albervan é o primeiro pároco de Nova Ibiá, e Nova Ibiá é a primeira paróquia do padre Albervan. Ali, ele já fez dez casamentos e dá aula de filosofia para quinze turmas da 5ª à 8ª série da escola pública local.

O cenário religioso de Nova Ibiá é um retrato em miniatura da realidade brasileira: os evangélicos crescem, enquanto os católicos lutam para que seu rebanho não se disperse – ainda assim, a queda vertiginosa de 83,35% para 16,02% de católicos em nove anos é inexplicável. O padre, rival dos evangélicos, tem uma explicação conspiratória. Diz que ouviu falar que os pesquisadores do IBGE eram protestantes e, quando um católico dizia ser católico, mas não praticante, eles cravavam "sem religião" por conta própria. "Não sei se é verdade", afirma. É improbabilíssimo que seja, mas é certo que os evangélicos estão ganhando terreno. De 1991 para 2000, saltaram de 9,69% para 23,65%. O pulo, conforme o bispo Raimundo Santana, deu-se em 1998, quando a Igreja Batista resolveu "renovar-se", ou seja, passou a acreditar em dons espirituais e curas divinas. "Eu mesmo não acreditava, mas hoje acredito", diz ele. "Depois da renovação, a igreja cresceu muito." De dízimo, ela recolhe entre 3 000 e 4 000 reais mensais.

O comerciante Idevaldo Prazeres da Silva, de 50 anos, é um dos convertidos. Era católico, há nove anos virou evangélico, tem um irmão pastor e está lendo a Bíblia pela quarta vez. Veste uma camiseta na qual se lê: "Em Deus tenho posto minha confiança". Da loja de material de construção de Idevaldo da Silva, sobe-se uma ladeira para chegar à casa do único ateu identificado de Nova Ibiá. Ateu? Não, ele diz que não, que é católico há anos e perdeu a conta do tempo que freqüenta a igreja. Com a barba por fazer, mãos levemente trêmulas, o ateu enrustido – ou o católico caluniado – diz que só conhece gente de fé em Nova Ibiá. O bispo Raimundo Santana, com sua experiência de quase três décadas pregando, garante que há outros dois ateus no vilarejo, mas não os identifica. Porque um está indo a um centro espírita e abandonando o ateísmo. O outro está dando os primeiros passos para aderir à igreja do bispo. Ele não quer estragar essa peregrinação rumo à fé revelando quem são. Acredita que em breve Nova Ibiá não terá nem ateus nem materialistas – e explica, com sua metafísica peculiar, a diferença entre um e outro: "Ateu não acredita em nada, materialista só acredita no que pega e vê".

(Todos os livros mencionados nesta reportagem estão publicados no Brasil.)

Fonte: Revista VEJA


24/12/2007

Prefácio do Livro "Deus, um delírio" de Richard Dawkins

Quando era criança, minha mulher odiava a escola em que estudava e sonhava poder sair de lá. Tempos depois, quando tinha seus vinte e poucos anos, ela revelou sua infelicidade para os pais, e a mãe ficou horrorizada:"Mas, querida, por que você não nos contou?". A resposta de Lalla é minha leitura do dia:

"Mas eu não sabia que podia".

Suspeito - quer dizer, tenho certeza - que há muita gente por aí que foi criada dentro de uma ou outra religião e ou está infeliz com ela, ou não acredita nela, ou está preocupada com tudo de mau que tem sido feito em seu nome; pessoas que sentem um vago desejo de abandonar a religião de seus pais e que gostariam de poder fazê-lo, mas simplesmente não percebem que deixar a religião é uma opção. Se você for uma delas, este livro é para você. Sua intenção é conscientizar - conscientizar para o fato de que ser ateu é uma aspiração realista, e uma aspiração corajosa e esplêndida É possível ser um ateu feliz, equilibrado, ético e intelectualmente realizado. Essa é a primeira das minhas mensagens de conscientização. Também quero conscientizar de três outras formas, que explico a seguir.

Em janeiro de 2006, apresentei um documentário de duas partes na televisão britânica (Channel Four) chamado Root of all evil? [Raiz de todo o mal?]. Desde o começo não gostei do título. A religião não é a raiz de todo o mal, pois não há nada que possa ser a raiz de tudo, seja lá o que tudo for. Mas adorei o anúncio que o Channel Four publicou nos jornais nacionais. Era uma foto da silhueta dos prédios de Manhattan com a legenda: "Imagine um mundo sem religião". Qual era a ligação? A presença gritante das torres gêmeas do World Trade Center.

Imagine, junto com John Lennon, um mundo sem religião. Imagine o mundo sem ataques suicidas, sem o 11/9, sem o 7/7 londrino, sem as Cruzadas, sem caça às bruxas, sem a Conspiração da Pólvora, sem a partição da Índia, sem as guerras entre israelenses e palestinos, sem massacres sérvios/croatas/muçulmanos, sem a perseguição de judeus como "assassinos de Cristo", sem os "problemas" da Irlanda do Norte, sem "assassinatos em nome da honra", sem evangélicos televisivos de terno brilhante e cabelo bufante tirando dinheiro dos ingênuos ("Deus quer que você doe até doer"). Imagine o mundo sem o Talibã para explodir estátuas antigas, sem decapitações públicas de blasfemos, sem o açoite da pele feminina pelo crime de ter se mostrado em um centímetro. Aliás, meu colega Desmond Morris me informa que a magnífica canção de John Lennon às vezes é executada nos Estados Unidos com a frase "and no religion too" expurgada. Uma versão chegou à afronta de trocá-la por "and one religion too".

Talvez você ache que o agnosticismo é uma posição razoável, mas que o ateísmo é tão dogmático quanto a crença religiosa. Nesse caso, espero que o capítulo 2 o faça mudar de idéia, convencendo-o de que "A Hipótese de que Deus Existe" é uma hipótese científica sobre o universo, que deve ser analisada com o mesmo ceticismo que qualquer outra. Talvez tenham lhe ensinado que filósofos e teólogos já apresentaram bons motivos para acreditar em Deus. Se você pensa assim, pode ser que goste do capítulo 3, sobre os "Argumentos para a existência de Deus"- os argumentos se revelam de uma fragilidade espetacular. Talvez você ache que é óbvio que Deus tem de existir, porque, do contrário, como o mundo teria sido criado? Como poderia haver a vida, em sua diversidade tão rica, com todas as espécies parecendo ter sido misteriosamente "projetadas"? Se suas idéias tendem para esse lado, espero que obtenha esclarecimentos com o capítulo 4, sobre "Por que quase com certeza Deus não existe". Longe de indicar um projetista, a ilusão de que o mundo vivo foi projetado é explicada de modo bem mais econômico e com elegância devastadora pela seleção natural darwiniana. E, embora a seleção natural por si só se limite a explicar o mundo das coisas vivas, ela nos conscientiza para a probabilidade de que haja "guindastes" explicativos comparáveis que possam nos ajudar a entender o próprio cosmos. O poder de guindastes como a seleção natural é a segunda das minhas quatro conscientizações.

Talvez você ache que tem de existir um deus, ou deuses, porque antropólogos e historiadores registram que os crentes dominam todas as culturas da humanidade. Se para você esse argumento é convincente, por favor consulte o capítulo 5, sobre "As raízes da religião", que explica por que a fé é tão onipresente. Ou talvez você ache que a fé religiosa é necessária para que tenhamos valores morais justificáveis. Não precisamos de Deus para ser bons? Por favor leia os capítulos 6 e 7 para ver por que nisso não é verdade. Você ainda tem um fraco pela religião e acha que ela é uma coisa boa para o mundo, mesmo que pessoalmente já tenha perdido a fé? O capítulo 8 o convidará a pensar sobre as formas pelas quais a religião não é algo tão bom assim para o mundo.

Se você se sente aprisionado na religião em que foi criado, valeria a pena se perguntar como isso aconteceu. A resposta normalmente é alguma forma de doutrinação infantil. Se você é religioso, a imensa probabilidade é de que tenha a mesma religião de seus pais. Caso tenha nascido no Arkansas e ache que o cristianismo é a verdade e o islã é a mentira, sabendo muito bem que acharia o contrário se tivesse nascido no Afeganistão, então você é vítima da doutrinação infantil. Mutatis mutandis se você nasceu no Afeganistão.

A questão da religião e da infância é o tema do capítulo 9, que também inclui minha terceira conscientização. Assim como as feministas se arrepiam quando ouvem um "ele" em vez de "ele ou ela", ou "o homem" em vez de "a humanidade", quero que todo mundo estremeça quando ouvir uma expressão como "criança católica" ou "criança muçulmana". Fale de uma "criança de pais católicos", se quiser; mas, se ouvir alguém falando de uma "criança católica", interrompa-o e educadamente lembre que as crianças são novas demais para ter uma posição nesse tipo de assunto, assim como são novas demais para ter uma posição sobre economia ou política. Exatamente porque meu objetivo é conscientizar, não peço desculpas por mencionar isso neste prefácio e também no capítulo 9. Nunca é demais repetir. Vou dizer de novo. Aquela não é uma criança muçulmana, mas uma criança de pais muçulmanos. Aquela criança é nova demais para saber se é muçulmana ou não. Não existe criança muçulmana. Não existe criança cristã.

Os capítulos 1 e 10 abrem e fecham o livro explicando, de formas diferentes, como uma compreensão adequada da magnificência do mundo real, mesmo sem jamais se transformar numa religião, é capaz de preencher o papel inspiracional historicamente - e inadequadamente - usurpado pela religião. Minha quarta conscientização diz respeito ao orgulho ateu.

Não há nada de que se desculpar por ser ateu. Pelo contrário, é uma coisa da qual se deve ter orgulho, encarando o horizonte de cabeça erguida, já que o ateísmo quase sempre indica uma independência de pensamento saudável e, mesmo, uma mente saudável. Existem muitos que sabem, no fundo do coração, que são ateus, mas não se atrevem a admitir isso para suas famílias e, em alguns casos, nem para si mesmos. Isso acontece, em parte, porque a própria palavra "ateu" freqüentemente é usada como um rótulo terrível e assustador. O capítulo 9 cita a tragicômica história de quando os pais da comediante Julia Sweeney descobriram, lendo o jornal, que ela tinha virado atéia. O fato de ela não acreditar em Deus eles até que agüentariam, mas atéia! ATÉIA? (A voz da mãe elevou-se num grito.)

Neste ponto, preciso dizer uma coisa em especial aos leitores mericanos, pois a religiosidade hoje nos Estados Unidos é erdadeiramente impressionante. A advogada Wendy Kaminer exagerou só um pouquinho quando observou que brincar com religião é tão perigoso quanto queimar uma bandeira na sede da Legião Americana. O status dos ateus na América de hoje é equivalente ao dos homossexuais cinqüenta anos atrás. Agora, depois do movimento do Orgulho Gay, é possível, embora não muito fácil, para um homossexual ser eleito para um cargo público. Uma pesquisa da Gallup realizada em 1999 perguntou aos americanos se eles votariam em uma pessoa qualificada que fosse mulher (95% votariam), católica (94% votariam), judia (92%), negra (92%), mórmon (79%), homossexual (79%) ou atéia (49%). É evidente que há um longo caminho a percorrer. Mas os ateus são muito mais numerosos, especialmente entre a elite culta, do que muita gente imagina. Já era assim no século XIX, quando John Stuart Mill pôde dizer: "O mundo ficaria surpreso se soubesse como é grande a proporção dos seus ornamentos mais brilhantes, dos mais destacados até na apreciação popular por sua sabedoria e virtude, que são completamente céticos no que diz respeito à religião".

Isso pode ser ainda mais verdadeiro hoje em dia, e apresento evidências para tal no capítulo 3. O motivo de muitas pessoas não notarem os ateus é que muitos de nós relutam em "sair do armário". Meu sonho é que este livro ajude as pessoas a fazê-lo. Exatamente como no caso do movimento gay, quanto mais gente sair do armário, mais fácil será para os outros fazer a mesma coisa. Pode ser que haja uma massa crítica para o início da reação em cadeia.

Pesquisas americanas sugerem que o número de ateus e agnósticos supera de longe o de judeus religiosos, e até o da maioria dos outros grupos religiosos específicos. Diferentemente dos judeus, porém, que notoriamente são um dos lobbies políticos mais eficazes dos Estados Unidos, e diferentemente dos evangélicos, que exercem um poder político maior ainda, os ateus e agnósticos não são organizados e portanto praticamente não têm nenhuma influência. Na verdade, organizar ateus já foi comparado a arrebanhar gatos, porque eles tendem a pensar de forma independente e a não se adaptar à autoridade.Mas um bom primeiro passo seria construir uma massa crítica daqueles dispostos a "sair do armário", incentivando assim os outros a fazer o mesmo. Embora não formem um rebanho, gatos em número suficiente podem fazer bastante barulho e não ser ignorados.

A palavra "delírio" do meu título inquietou alguns psiquiatras, que a consideram um termo técnico que não deve ser usado à toa. Três deles me escreveram para propor um termo técnico especial para a alucinação religiosa: "relírio". Talvez pegue. Mas por enquanto vou ficar com "delírio", e preciso justificar seu uso. O Penguin English Dictionary define "delusion" [delírio] como "crença ou impressão falsa". O surpreendente é que a citação ilustrativa dada pelo dicionário é de Phillip E. Johnson: "O darwinismo é a história da libertação da humanidade do delírio de que seu destino é controlado por um poder maior que ela mesma". Será possível que esse seja o mesmo Phillip E. Johnson que lidera a ofensiva criacionista contra o darwinismo nos Estados Unidos atuais? É ele mesmo, e a citação, como seria de imaginar, foi tirada do contexto. Espero que o fato de eu ter afirmado isso seja notado, já que a mesma cortesia não me foi estendida em várias citações criacionistas de minhas obras, tiradas do contexto de forma deliberada e enganadora. Qualquer que seja o significado pretendido por Johnson, eu teria o maior prazer em endossar a frase da forma como ela está lá. O dicionário que vem com o Microsoft Word define delírio como "uma falsa crença persistente que se sustenta mesmo diante de fortes evidências que a contradigam, especialmente como sintoma de um transtorno psiquiátrico". A primeira parte captura perfeitamente a fé religiosa. Quanto a ser ou não um sintoma de transtorno psiquiátrico, tendo a concordar com Robert M. Pirsig, autor de Zen e a arte da manutenção de motocicletas: "Quando uma pessoa sofre de um delírio, isso se chama insanidade. Quando muitas pessoas sofrem de um delírio, isso se chama Religião".

Se este livro funcionar do modo como pretendo, os leitores religiosos que o abrirem serão ateus quando o terminarem. Quanto otimismo e quanta presunção! É claro que fiéis radicais são imunes a qualquer argumentação, com a resistência erguida por anos de doutrinação infantil executada com técnicas que levaram séculos para amadurecer (ou pela evolução ou por ardil). Entre os dispositivos imunológicos mais eficazes está a temerosa advertência contra o simples ato de abrir um livro como este, que certamente é obra de Satã. Mas acredito que há muita gente de mente aberta por aí: pessoas cuja doutrinação infantil não foi tão insidiosa, ou que por outros motivos não "pegou", ou cuja inteligência natural seja forte o bastante para superá-la. Espíritos livres como esses devem precisar só de um pequeno incentivo para se libertar de vez do vício da religião. No mínimo, espero que ninguém que tenha lido este livro ainda possa dizer: "Eu não sabia que podia".


O livro deve algo (e vice-versa) ao teledocumentário em duas partes Root of all evil?, que apresentei na televisão britânica (Channel Four) em janeiro de 2006. Ainda não se sabe se alguma emissora dos Estados Unidos vai ter a ousadia de exibi-lo.

Este livro já vinha se desenvolvendo na minha cabeça fazia alguns anos. Durante esse tempo, foi inevitável que algumas das idéias fossem apresentadas em palestras, como nas minhas Tanner Lectures em Harvard, e em artigos de jornais e revistas. Os leitores de minha coluna regular na Free Inquiry, especialmente, podem achar certos trechos familiares.

19/12/2007

Agnósticos contestam nova encíclica do Papa e defendem o ateísmo

ROMA (AFP) — Os ateus italianos criticaram nesta sexta-feira o papa Bento XVI por atacar o ateísmo em sua nova encíclica "Spe salvi" (Salvos pela esperança) dedicada ao tema da fé e da esperança.

"Quero tranqüilizar o Papa. Nós nos sentimos cheios de esperança", declarou Raffaele Carcano, secretário da União de Ateus e Agnósticos Racionistas depois de tomar conhecimento do novo texto papal.

"A existência de um bilhão de ateus no mundo demonstra que se pode viver sem Deus, mas com a razão", declarou o dirigente.

Carcano acha que o pontífice acusa injustamente o ateísmo de ter provocado destruições desoladoras e recordou as inúmeras violações e horrores cometidos pela Igreja ao longo de sua história, das guerras das Cruzadas passando pela Santa Inquisição ao silêncio mantido durante o nazismo.

Fonte: AFP

17/11/2007

Novo filme de Kidman é acusado de apologia ao Ateísmo...




O filme "A Bússola de Ouro" nem mesmo chegou às telas e já começou a gerar polêmica. Acontece que o longa-metragem é adaptação do primeiro livro da trilogia escrita por Philip Pullman, e foi apontado como um material que promove entre suas linhas o ateísmo, opção de vida adotada pelo autor.
Acusado por alguns críticos de fantasiar uma aventura que no fundo conta a história de uma menina que quer matar Deus, o filme provocou a ira de católicos, que consideraram a trama ofensiva e desleal. Mesmo com a New Line Cinema garantindo ter retirado do longa qualquer relação religiosa, os cristãos ainda temem que as crianças que gostem do trabalho tenham a curiosidade de ler o material.
"Estes livros denigrem o Cristianismo, acaba com a Igreja Católica e vende virtudes ateístas. Não estou preocupado realmente com o filme, que me parece fraco", comentou Bill Donohue, presidente da Liga Católica. "O filme foi feito com base nos livros. É enganador. Pullman está esperando que seu livro voe das prateleiras neste natal", reforçou.
Vendo a confusão gerada pelos católicos, que promoveram uma verdadeira campanha contra o filme, o estúdio precisou ir à tona para tentar diminuir os danos causados. "'A Bússola de Ouro' é uma fantasia para entreter, que fala sobre amor, coragem, responsabilidade e liberdade. Estamos ansiosos para a estréia do dia 7 de dezembro", declarou um porta-voz.
Dirigido por Chris Weitz ("Um Grande Garoto"), a fantasia traz em seu elenco Nicole Kidman ("Moulin Rouge"), Daniel Craig ("007 - Cassino Royale"), Eva Green ("Os Sonhadores") e a estreante Dakota Blue Richards, que concorreu com dez mil garotas pelo papel. A história gira em torno da pequenina Lyra Belacqua (Blue Richards), que enfrenta várias aventuras em busca de seu melhor amigo, misteriosamente seqüestrado. Entre os percalços, ela acaba dando de cara com bruxas, e terá de lutar contra um plano maligno que ameaça todas as crianças do mundo.
Sobre a polêmica, Pullman disse: "Este deve ser o único filme atacado na mesma semana por ser religioso demais e ao mesmo tempo sem-religião demais - e por pessoas que sequer o assistiram ainda".

Fonte:Cinema_com_Rapadura

Comprei os livros e li e recomendo a todos os que quiserem, é uma ótima leitura...
O livro fala sobre a teoria dos universos paralelos... Muitíssimo interessante
Mas ão se esqueçam que é fantasia!!!

15/11/2007

ZeitGeist








Não acredito em tudo daí, mas já que me pediram aí está...
o ZeitGeist...

08/11/2007

Apologia do ateísmo

O ateísmo é algo presente na sociedade e indica uma posição filosófica racional e cética perante o mundo, dotado de uma visão racionalista e completamente desvinculada de misticismos desnecessários –– e em “misticismo” inclui-se também a supervalorizada religião ocidental, o cristianismo. A crença no divino –– ou no sobrenatural de maneira geral –– é onipresente (com o perdão do trocadilho) em nossa sociedade. Para todos os cantos a serem olhados, há alguém pregando sua própria forma fantástica de criação do universo e sobre como não somos frutos de nucleotídeos autoreplicantes oriundos de uma sopa primitiva, e sim produtos de uma criação planejada por um ser supremo. Os ateus, em diametral oposição a essas pessoas, preferem ater-se ao demonstrável e observável; à ciência da realidade objetiva que explica fenômenos através de leis que podem ser aplicadas em todo e qualquer caso.
Ainda é presente na sociedade o pensamento que a descrença no sobrenatural advém da revolta interior com seu deus pessoal. Tal asserção não poderia ser mais falsa. Na verdade, a consciência atéia é proveniente da análise racional da conjuntura em que se está inserido e do questionamento mais básico –– o “por quê?” –– tal fazem as crianças com sete anos de idade. O naturalista, ou ateu, é o eterno cientista pueril: aquele que não se contenta em acreditar que as crianças nascem de uma sementinha que o papai planta na barriga da mamãe e, na verdade, querem entender o encontro dos gametas na tuba uterina e a fusão do núcleo deles, com a reunião dos cromossomos homólogos.
Muitos clamarão que a idéia de um deus é necessária para explicar o universo, e que o ateísmo não conseguiria, pela ciência, explicar a origem do universo, por exemplo, já que nem ao menos a origem da vida a tese darwinista a explica com objetividade. O fato é que o ateísmo não tem a pretensão de explicar o mundo de uma vez por todas, mas justamente o contrário: pretende explicá-lo passo a passo, com evidências mutuamente suportáveis e definitivamente não embasadas em opiniões, pessoas ou hipóteses que não resistem ao teste. O ateísmo consiste em uma visão desmistificada do mundo e possui, por princípio básico, a aceitação somente daquilo que possa ser comprovado. Ponto final.
Alguém poderia dizer: “Ora, mas ateus não podem provar a inexistência de Deus!”. É claro que não podemos! Afinal, nem faz muito sentido dizer “provar a inexistência”. O ônus da prova cabe ao afirmante e, como há pessoas que afirmam que há um deus, a prova cabe a elas. Se isso ainda é insuficiente, analogamente peço para que qualquer teísta me “prove a inexistência” de trolls que vivem no subterrâneo de Manhattan. Eles existem, eu já vi, e tenho cinco amigos que confirmam sua existência. O que minha crença possui para ser menos válida que a dos teístas? Por favor, rogo que não caiam em um argumentum “ad populum”...
Por fim, resta dizer qual a intenção que há em se escrever um texto deste estilo. Minha intenção não é convencer as pessoas de que o ateísmo é o melhor caminho a se seguir –– isso seria até idiotice, dado que o ateísmo é uma convicção pessoal e advinda do questionamento interno ––, mas sim expor aos teístas que nós não somos demônios bíblicos de rabo e chifre, nem mesmo revoltados com a vida. Somos, sim, pessoas que se preocupam em ter o mínimo discernimento sobre o mundo em que vivemos sem ter de apelar para aquilo que (supostamente) não pode ser compreendido pelas nossas mentes. Se há alguma intenção de conversão, ela é fazer com que aqueles que têm essa tendência naturalista de pensamento tenham a coragem de se assumir descrentes perante essa sociedade hipócrita e intolerante, que se traveste de moralista. Não é vergonha alguma admitir-se errado –– e assim o farei tão logo haja evidência para a existência de um deus ––, muito menos de professar sua descrença.
Ponho-me à disposição para eventuais respostas que surgirão a esse artigo, afinal, ao contrário do que se professa, política, futebol e religião são discutíveis sim.
Fonte: Jornal de piracicaba
By Daniel A. B. Modolo é estudante

Gostaria de deixar claro que eu MARKO ROGÉRIO assino em baixo, e aquele que quiser levar um papo cordial e sem exaltações por favor mandem-me um e-mail ou adicionem-me no seu MSN.
contato3dsmarko@hotmail.com

06/10/2007

Vaticano sedia conferência de astronomia

Galáxia
Cientistas vão discutir conceitos de tempo e espaço
O Vaticano está sediando, em Roma, uma conferência científica que reúne mais de 200 astrônomos de 26 países, incluindo Estados Unidos, Grã-Bretanha, Itália, Alemanha, Rússia e Japão.

Durante o encontro de cinco dias, na Universidade Papal, os cientistas vão usar fórmulas e simulações matemáticas para discutir as origens do universo, especialmente a formação e evolução de galáxias, estrelas e planetas.
É a segunda vez em sete anos que o Vaticano organiza um evento do tipo. Segundo o padre José Funes, chefe do Observatório do Vaticano, importantes descobertas foram feitas com a ajuda de telescópios desde o último encontro astronômico do Vaticano, em 2000, e há muito para ser discutido.
O padre Funes lidera uma equipe de 13 cientistas, a maioria padres jesuítas, para realizar seus programas de pesquisa astronômica e coopera com renomadas universidades em várias partes do mundo.
Um dos integrantes do grupo, frei Guy Consolmagno, explica as motivações da Igreja para financiar pesquisas científicas depois de séculos de discussões a respeito dos papéis da ciência e da religião: "Eles (o Vaticano) querem que o mundo saiba que a Igreja não tem medo da ciência".
"Esse é nosso modo de ver como Deus criou o Universo e eles (o Vaticano) querem deixar o mais claro possível que a verdade não contradiz a verdade; que se você tem fé, você nunca vai temer o que a ciência vai revelar, porque é verdade", diz o frei.

Calendário

A Igreja Católica começou a se interessar seriamente pelo estudo de astros e galáxias quatro séculos atrás, quando o Papa Gregório 13º instituiu um comitê para examinar os efeitos para a ciência de sua reforma do calendário.
Em 1582, o Papa substituiu o calendário juliano, que vigorava desde os tempos de Júlio César, pelo calendário gregoriano, mais correto cientificamente e usado até hoje.
Mas que pode ser considerado o primeiro observatório astronômico do Vaticano foi criado apenas em 1789 em um prédio chamado de Torre dos Ventos, que ainda existe perto do Palácio Apostólico.
Um século depois, em 1891, o Papa Leo 13º, numa tentativa de contrabalançar a percepção de uma suposta hostilidade da Igreja em relação à ciência, criou outro pequeno observatório numa montanha atrás do Domo da Basílica de São Pedro.

Por causa do crescimento de Roma e do aumento da poluição, que atrapalhava a visibilidade das estrelas, os telescópios do Vaticano mudaram de lugar diversas vezes. Desde 1981, o Vaticano escolheu a cidade americana de Tucson, no Arizona, como base para seu grupo de pesquisas astronômicas. É lá que fica hoje o telescópio de tecnologia avançada do Vaticano.


Fonte: BBC
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/10/071001_vaticanoestrelas_is.shtml

Líderes xiitas rivais assinam acordo no Iraque

Al-Hakim e al-Sadr
Al-Hakim e al-Sadr lideram grupos xiitas rivais
Dois dos mais influentes líderes xiitas do Iraque assinaram neste sábado um acordo para tentar por fim à violência entre seus seguidores.
O desentendimento entre clérigo Moqtada al-Sadr e Abdul Aziz al-Hakim, chefe da Suprema Corte Islâmica do Iraque, já durava meses.
Uma série de ataques recentes no sul do Iraque foram atribuídos à rivalidade xiita.
Em um comunicado, os dois líderes disseram que o objetivo do acordo é respeitar tanto o interesse islâmico quanto nacional.
“O acordo é essencialmente um compromisso de honra”, disse um porta-voz do grupo de al-Sadr à agência AFP.
“O aspecto mais importante é que proíbe os dois lados de derramarem sangue uns contra os outros e contra os iraquianos em geral.”
Um porta-voz de al-Hakim disse que “o Iraque precisa de acordos entre facções para melhorar e preservar a unidade nacional iraquiana”.

Rivalidades

Os líderes disseram também que seus grupos irão coordenar suas operações culturais e de mídia.
O grupo de al-Hakim é um dos principais partidos da coalizão que governa o Iraque.
Já al-Sadr ganhou notoriedade após a invasão americana, em 2003, e lidera um grupo que conta com o apoio de sua própria milícia armada, o Exército Mehdi.
O clérigo havia ordenado a suspensão das atividades da milícia em agosto.
Desde então, ele decidiu também boicotar o governo e retirar seus seis ministros da coalizão.
Segundo o correspondente da BBC em Bagdá, Jon Brain, caso seja implementado com sucesso, o acordo irá resolver uma das muitas disputas que dificultam a reconciliação no Iraque.
Mas, segundo Brain, não há indicação de que o grupo Moqtada al-Sadr planeje voltar para o governo.

Fonte: BBC Brasil http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2007/10/071006_xiitasacordo_ir.shtml

26/09/2007

Senador dos EUA "processa" Deus

Ernie Chambers é conhecido por fazer críticas aos cristãos.
Medida foi para criticar o alto número de processos 'ridículos' nos EUA.

O senador Ernie Chambers, do estado de Nebraska, abriu um processo contra Deus no condado de Douglas.
Conhecido por críticas aos cristãos, o democrata disse no processo, que abriu semana passada, que Deus gera medo e que é responsável por milhões de mortes e destruições pelo mundo. Segundo ele, Deus gerou “inundações, furacões horríveis e terríveis tornados”.
Chambers comentou que Deus fez ameaças terroristas contra ele e seus eleitores.
Conforme o senador, ele abriu o processo em Douglas porque Deus está em todos as partes.
Segundo Chambers, a iniciativa foi uma forma de protestar contra o alto número de processos que são abertos pelos americanos que ele considera ridículos.
Ainda não se sabe quem será o advogado de Deus...


Fonte: G1 http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL106358-6091,00.html

11/09/2007

O milagre não veio - Igreja tem de devolver doação

A Justiça condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a devolver R$ 2 mil, acrescidos de juros e correção monetária, desde janeiro de 1999, para um fiel arrependido da doação. A decisão, inédita, é da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Os desembargadores entenderam que o motorista Luciano Rodrigo Spadacio foi induzido a erro, com a promessa de que se entregasse o dinheiro à igreja sua vida iria melhorar.

“O aconselhamento acabou por induzir o apelante, que vinha a sofrer algum tipo de influência, a praticar ato por ele efetivamente não desejado”, decidiu o relator, desembargador Jacobina Rabello. Para o desembargador, a conduta esperada pela sociedade por parte de alguém que se denomina pastor, seria aquela de orientação espiritual.

O caso de Luciano, hoje com 27 anos, começou em 1º de janeiro de 1999, quando foi abordado por um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. O pastor, de nome Márcio, convenceu Luciano a se desfazer de seus bens materiais e entregar o que arrecadou para a Universal. O motorista caiu na conversa e foi lá vender seu único bem, um Del Rey. Conseguiu R$ 2,6 mil e entregou tudo ao pastor. O sacrifício estava feito, faltava a recompensa.

Dias depois, Luciano se arrependeu percebendo que foi vítima da fragilidade e do desespero por conta das dificuldades financeiras. Correu ao banco e conseguiu sustar um dos cheques (de R$ 600) que entregara ao pastor. A mesma sorte não teve com o segundo, de R$ 2 mil. Alegando ser vítima de gozações e chacotas, o motorista entrou com ação de indenização, por danos morais e materiais.

Em primeira instância, a Justiça não reconheceu o direito de Luciano de ter o dinheiro de volta. O juiz Carlos Eduardo Lora Franco, da 1ª Vara de General Salgado (município localizado a 556 quilômetros da capital paulista), entendeu que o motorista não provou que passou por transtornos financeiros, nem que a doação teria ocorrido por força de erro ou por culpa do pastor da Igreja Universal.

O motorista bateu às portas do Tribunal de Justiça paulista contestando a sentença. Afirmou que ficou comprovado no processo que a suposta doação não foi espontânea, mas induzida pela promessa de dias melhoria financeira feita pelo pastor da Universal.
O relator, desembargador Jacobina Rabello, destacou, ainda, que não se justifica enriquecimento sem causa de uma parte em desfavor da outra. “A indução do autor em erro se revelou manifesta no caso, quer pelas condições em que se deu, quer pela extensão do risco a que se expôs”, completou.
O desembargador Carlos Teixeira Leite, um dos julgadores do recurso, argumentou que se a preocupação da Igreja era a de dar início a uma nova fase na vida do fiel, com a melhora da sua precária situação econômica, melhor seria que a Universal devolvesse logo o dinheiro por conta do arrependimento de Luciano.
A 4ª Câmara de Direito Privado, no entanto, não acolheu o pedido de Luciano na parte que reclamava indenização por danos morais. Para os desembargadores, o motorista não conseguiu provas que por conta do caso sofreu chacotas e gozações. “Determinadas condutas acabam necessariamente virando causa de comentários”, afirmou o relator.

por Fernando Porfírio
Revista Consultor Jurídico, 9 de setembro de 2007

22/08/2007

Museu vai mostrar versão cristã da criação do mundo

Um novo templo high-tech ao fundamentalismo cristão deve abrir no meio dos Estados Unidos em maio, com o objetivo de dar a maior resposta à teoria evolucionista de Charles Darwin.

Os funcionários e simpatizantes da organização Respostas em Gênesis chamam o local de Museu da Criação.

Mas cientistas seculares terão reservas ao uso de ambas as palavras para descrever o prédio, quase pronto, que fica no oeste de Cincinnati, na fronteira entre os Estados de Ohio, Kentucky e Indiana.

Seja qual for a sua posição no debate, é impossível não ficar impressionado com o esforço feito na construção do museu, que custou US$ 27 Milhões ( cerca de R$ 58 Milhões). A organização espera atrair centenas de milhares de visitantes por ano no local

“Nós temos um planetário à esquerda e uma livraria quase pronta. O museu fica abaixo daquela arcada ali”, disse Mark Looy, vice-presidente de relações clericais da organização, em pé ao lado do robô de um dinossauro mastigando uma planta sintética.

Dinossauros

O museu tem o objetivo de apresentar o Gênesis – o primeiro livro da Bíblia - para todas as idades, e promover a crença de que a Terra tem menos de 10 mil anos de idade.

Todos os que trabalham no museu precisam acreditar que a Terra foi criada em seis dias de 24 horas cada, rejeitando a convenção de que a vida evoluiu lentamente ao longo de milhões de anos – teoria aceita pela maioria dos cientistas.

Para martelar essa idéia, duas crianças sorridentes, vestindo peles de animais, trabalham e brincam ao lado de um par de filhotes de Tyrannosaurus Rex.

“Você vai a alguns dos maiores museus, e os dinossauros são os ícones de ensino deles”, disse Looy.

“Nós vamos inverter isso e usar dinossauros para mostrar que a Bíblia apresenta a história real do mundo. Nós temos pessoas e dinossauros juntos.”

Não há menção de dinossauros em nenhum lugar da Bíblia, mas para todo cético, há um cristão pronto para ouvir e rebater os argumentos.

Ao lado do museu estão os escritórios e galpões da Respostas em Gênesis, que lembram qualquer outro complexo de escritórios de médio porte na região.

Apesar de as exibições ainda estarem em fase de construção, visitantes entusiasmados já começaram a aparecer.

Funcionários qualificados

A organização Respostas em Gênesis se orgulha de ter muitos cientistas qualificados entre seus funcionários, incluindo Geórgia Purdom, uma geneticista formada em uma das principais universidades de Ohio.

Ela está preocupada com o fato de que muitos cristãos não aceitam a versão literal da criação.

“É uma coisa fundamental. Se você não pode acreditar em Gênesis, porque acreditar em outras partes da Bíblia?”

“Você não pode escolher, dizer que essa parte está certa, e essa outra está errada”, disse.

Hollywood e Disney

A sofisticação dos robôs, objetos de arte e modelos do museu faria justiça ao mais avançado parque temático, e o designer principal já passou por Hollywood.

Apesar da presença de trabalhadores de construção profissionais, o custo do projeto provavelmente ficaria na casa dos US$ 100 milhões (R$ 214 milhões) sem o trabalho de voluntários, segundo o presidente da organização.

Com pesquisas de opinião mostrando que cerca de 40% dos americanos acreditam que Deus criou o homem em sua forma atual, em algum momento dos últimos dez mil anos, o museu poderia focar seus esforços apenas nos convertidos.

“Nós estamos pensando globalmente. Nós já tivemos indicações de que gente do Reino Unido e outras partes da Europa virá visitar o museu”, diz o australiano Ken Ham, presidente da Respostas em Gênesis.

Apesar de adotar a estrutura e tecnologia digna do mais extravagante museu científico, nada do que é mostrado aqui é remotamente plausível sem a aceitação do Gênesis.

Sem dar esse passo e rejeitar séculos de raciocínio científico, tudo por aqui lembra mais um reino mágico no estilo Disney.

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Fonte BBC Brasil

18/08/2007

A melhor ilusão de Ótica do mundo

Fala galera, tá aí mais um vídeo do godisimaginary.com traduzido, espero que aprendam com ele...
Link:
http://www.youtube.com/watch?v=jk6ILZAaAMI
Tradução:



Nós já vimos dezenas de ilusões de ótica. Agora eu gostaria de mostrar-lhe a melhor illussão de ótica no mundo.
Paraque esta ilusão de ótica funcione, eu assumirei que você é cristão.Assumirem também que você é inteligente. Você tem uma educaçãograduada, o que o pessoal chama de "senso comum"
Sevocê é um cristão inteligente como se diz, você deve participar dessasilusões desde que se tornou Cristão, mas nunca pôde perceber isso. nospróximos 5 minutos mais ou menos, você será capaz de ver essa ilusãopela primeira vez.
Entãovamos começar pelo começo: Se você é cristão, você acredita em um Deuse crê no poder da oração. Você provavelmente aceita essas colocações de"Christianity.com":
"Peloquê você reza hoje? Alguém que você ama está doente? Problemas com aesposa? Sua mulher sofre de alguma doença ou algo assim? Você quer umatransferência no trabalho, ou um resultado positivo para o teste degravides? (etc... etc... etc...) Não te preocupas, Deus é poderoso.Acredite nele nas pequenas e nas grandes coisas. Ele cuida, e ele ESTÁlá. Não perca a esperança. Um milagre a seu favor pode estar bem alidepois da próxima esquina." - Christianity.com
Éuma promessa extremamente importante aos cristãos... Deus cuida devocê, ele faz milagres. Tudo o que você tem que fazer é esperar...
Entãovamos imaginar que você está com algum problema grande e você ora aDeus por uma solução. Mas... Deus não responde seu chamado.
Vocêestá desapontado, talvez bravo, e você não entende o que houve deerrado. Se você falar com outro cristão (mais experiente possivelmente)ou procurar na web e perguntar porque ele não o responde aparecerãorespostas desse sentido:
"Temosque confiar nele, ele sabe o que é melhor. Deus responde as orações emforma de "sim", "Não" & "Espere". Talvez a pior resposta a seaceitar seja o "Espere". É difícil ser deixado de canto, Imaginandocomo Deus resolvera sou problema, mas temos que ter fé que ele ofará..." - Chritianity.com
"Sim","Não" & "Espere". Assim que Deus responde as orações. Vocêprovavelmente ouviu isso milhares de vezes, e você acreditacompletamente.
"Sim", "Não" & "Espere" Deve parecer confortável, mas aqui está o que eu quero te ajudar a compreender.
"Sim", "Não" & "Espere" é, na verdade, uma ilusão ótica...

Deixe-memostrar-lhe como esta ilusão funciona. Imagina que eu coloque uma jarrana mesa e digo a você que ore pela jarra, e digo que ela responderásuas orações. Você é cético, porisso aceita tentar. Você pede à jarraque te dê 1000 reais.
Agora eu te digo, a jarra poderá responder seu pedido por três modos, "Sim", "Não" ou "Espere". Vamos ver o que acontece...
O que acontecerá? Existem três possibilidades:
Possibilidade1:Do nada, um cheque chega pelo correio no valor de 1,100 Reais. Então eute digo: "Viu, a jarra respondeu sua oração..."
Possibilidade2:Sete dias depois, do nada, você tem um aumento de R$1,200 ao ano no seusalário. Então eu te falo... "Vê? o jarro respondeu teu pedido... Vocêsó teve que esperar um pouquinho..."
Possibilidade3:Nada acontece por 6 meses. Então você me pergunta "O que houve?" e eurespondo que você precisa de paciência que a jarra sabe o que émelhor...
Olhasó o que aconteceu: nas Possibilidades 1 & 2, o jarro respondeumesmo suas rezas.E na possibilidade 3 nós ficamos esperando pela suaresposta acreditando que este faria o melhor por você.
Agora responde pra mim: Você vai se ajoelhar e adorar este jarro?
Provavelmente não. Mas porque não?
Vocênão adora a jarra porque você sabe que ele não fez efeito sobre opedido. O jarro não “repsondeu" sua "oração"? O jarro não ocasionou seuaumento nem mesmo "fez" com que aquele cheque chegasse. O jarro fezalguma coisa então? NÃO, absolutamente de forma alguma. Você sabedisso. Nós dois sabemos disso. Não foi nada além de uma conhecidência.
Quandovocê orou para o jarro, qualquer que tenha sido a resposta, não foimais que uma conhecidência. Isso é óbvio para qualquer inteligente. Seo critério é "sim", "não" & "espere" certamente o jarro responderáa todas as orações. Mas ambos sabemos que ele não fez nada.
Se você é uma pessoa inteligente, você deve ter inteligentemente percebido onde está a ilusão em orar.
"Deus responde as perguntas na forma de 'sim', 'não' & 'espere'" -> christianity.com
"O jarro responde as orações nas formas de 'sim', 'não' & 'espere'" -> eu
"Devemos esperar que Deus saberá o que é melhor" -> Christianity.com
"Devemos esperar pois a jarra certamente saberá o que é melhor..." -> eu
Quando os Chritians diz que "Deus responde as orações nas formas de 'sim', 'não' & 'espere'", é impossível perder:
Ou o que você pede acontece em um dia, ou em um mês, ou em alguns, ou em um ano, ou em alguns, ou nunca...
'sim','não' & 'espere' está SEMPRE certo, não interessa o que você peça.É verdade mesmo rezando para um jarro, um "ídolo" de pedra. Ou para oplaneta júpiter. 'sim', 'não' & 'espere' é certeiro não importa AOquê você reze...
Comocristão, você acredita que Deus está respondendo seus pedidos. Mas tudoo que vemos são ilusões. A ilusão é criada pela conhecidência e o'sim', 'não' & 'espere' mentalmente.
Sendo você uma pessoal pensante, você provavelmente entende isso agora.
Se dizemos "Deus responde às orações na forma de 'sim', 'não' & 'espere', Deus não poderia perder.
Mas na verdade, "Deus" não é diferente da jarra. O jarro não pode perder também. Esta é a ilusão.
Comosabemos? Como sabemos que todas as orações respondidas sãoconhecidências? É só olhar a qualquer estudo científico desse sentido,todas as provas científicas sustentam: Rezas não tem efeito.
Por exemplo, New York Times escreveu:
"Emum imenso estudo científico, um grupo de pacientes receberam queestranhos rezariam por eles, e em para um segundo grupo, poderiam terrecebido rezas ou não, e a um terceiro, ninguém rezou. O estudo de 2.4milhões de dólares mostra que

["Ina large and much touted scientific study, one group of patients wastold that strangers would pray for them, a second group was toldstrangers might or might not pray for them, and a third group was notprayed for at all. The $2.4 million study found that the strangers'prayers did not help patients' recovery."]

Defato, não teve nem o efeito de um placebo. Na verdade, o pessoal quesabia que estavam rezando para eles, foram até pior nos testes.
>>Detalhe: Placebo é um comprimido que clinicamente não tem o menor efeito no corpo humano<<

The Boston Globe escreveu:
Umestudo dos 17 últimos estudos da "cura por distância" [...] Nãoencontrou efeito significante para as orações ou outros métodos de cura.

{"A review of 17 past studies of ''distant healing," … found no significant effect for prayer or other healing methods."}

USA Today Diz:

"Umaatitude positiva não aumenta as chances de sobrevivência a um câncer edoutores que incoragem pacientes a manter sua esperança devem estar"colocando um gás" neles, de acordo com resultado de pesquisa"

["Apositive attitude does not improve the chances of surviving cancer anddoctors who encourage patients to keep up hope may be burdening them,according to the results of research."]

Vemos isso todos os dias:
Pessoas que oram morrem de doenças nas mesmas taxas estatísticas que as que não oram.
Pessoas que oram se divorciam nas mesmas taxas estatísticas que as que não oram.
Pessoas que oram ganham na loteria nas mesmas taxas estatísticas que as pessoas que não rezam.
Nós todos sabemos disso. Orar, não tem efeito algum nos eventos.
Você deve ter milhares de racionalizações por exemplo, você deve se dizer...
"Deus não pode ser testado"
Ou
"Deus deve se manter neutro"
Masisso são racionalizações, nada mais. O fato é, os estudos científicossão concretos. Toda oração respondida é uma conhecidência.
Uma vez que você entendeu a ilusão do Jarro, você poderá exatamente o que está acontecendo.
Os estudos científicos estão corretos.
Você deve poder ver agora. Use um tempo para pensar em ciência. Você verá que é verdade.
Você é inteligente.
Não pode realmente negar.
Então use a inteligência para entender a verdade Simples:
O motivo pelo qual orações tem efeito nulo é que Deus é imaginario.
DEUS É IMAGINÁRIO
Gostaria de Aprender mais? Por favor visite: WhyWontGodHealAmputees.com & GodIsImaginary.com
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10 mitos — e 10 verdades — sobre o Ateísmo

Várias pesquisas indicam que o termo “ateísmo” tornou-se tão estigmatizado nos EUA que ser ateu virou um total impedimento para uma carreira política (de um jeito que sendo negro, muçulmano ou homossexual não é). De acordo com uma pesquisa recente da revista Newsweek, apenas 37% dos americanos votariam num ateu qualificado para o cargo de presidente.

Ateus geralmente são tidos como intolerantes, imorais, deprimidos, cegos para a beleza da natureza e dogmaticamente fechados para a evidência do sobrenatural. Até mesmo John Locke, um dos maiores patricarcas do Iluminismo, acreditava que o ateísmo “não deveria ser tolerado” porque, ele disse, “as promessas, os pactos e os juramentos, que são os vínculos da sociedade humana, para um ateu não podem ter segurança ou santidade.” Isso foi a mais de 300 anos atrás. Mas nos Estados Unidos hoje, pouca coisa parece ter mudado. Impressionantes 87% da população americana alega “nunca duvidar” da existência de Deus; menos de 10% se identificam como ateus — e suas reputações parecem estar deteriorando. Tendo em vista que sabemos que os ateus figuram entre as pessoas mais inteligentes e cientificamente alfabetizadas em qualquer sociedade, é importante derrubarmos os mitos que os previnem de participar mais ativamente do nosso discurso nacional.

1) Ateus acreditam que a vida não tem sentido.

Pelo contrário: são os religiosos que se preocupam freqüentemente com a falta de sentido na vida e imaginam que ela só pode ser redimida pela promessa da felicidade eterna além da vida. Ateus tendem a ser bastante seguros quanto o valor da vida. A vida é imbuída de sentido ao ser vivida de modo real e completo. Nossas relações com aqueles que amamos têm sentido agora; não precisam durar para sempre para tê-lo. Ateus tendem a achar que este medo da insignificância é… bem… insignificante.

2) Ateus são responsáveis pelos maiores crimes da história da humanidade.
Pessoas de fé geralmente alegam que os crimes de Hitler, Stalin, Mao e Pol Pot foram produtos inevitáveis da descrença. O problema com o fascismo e o comunismo, entretanto, não é que eles eram críticos demais da religião; o problema é que eles era muito parecidos com religiões. Tais regimes eram dogmáticos ao extremo e geralmente originam cultos a personalidades que são indistinguíveis da adoração religiosa. Auschwitz, o gulag e os campos de extermínio não são exemplos do que acontece quando humanos rejeitam os dogmas religiosos; são exemplos de dogmas políticos, raciais e nacionalistas andando à solta. Nâo houve nenhuma sociedade na história humana que tenha sofrido porque seu povo ficou racional demais.

3) Ateus são dogmáticos.
Judeus, cristãos e muçulmanos afirmam que suas escrituras eram tão prescientes das necessidades humanas que só poderiam ter sido registradas sob orientação de uma divindade onisciente. Um ateu é simplismente uma pessoa que considerou esta afirmação, leu os livros e descobriu que ela é ridícula. Não é preciso ter fé ou ser dogmático para rejeitar crenças religiosas infundadas. Como disse o historiador Stephen Henry Roberts (1901-71) uma vez: “Afirmo que ambos somos ateus. Apenas acredito num deus a menos que você. Quando você entender por que rejeita todos os outros deuses possíveis, entenderá por que rejeito o seu.”

4) Ateus acham que tudo no universo surgiu por acaso.

Ninguém sabe como ou porquê o universo surgiu. Aliás, não está inteiramente claro se nós podemos falar coerentemente sobre o “começo” ou “criação” do universo, pois essas idéias invocam o conceito de tempo, e estamos falando sobre o surgimento do próprio espaço-tempo. A noção de que os ateus acreditam que tudo tenha surgido por acaso é também usada como crítica à teoria da evolução darwiniana. Como Richard Dawkins explica em seu maravilhoso livro, “A Ilusão de Deus,” isto representa uma grande falta de entendimento da teoria evolutiva. Apesar de não sabermos precisamente como os processos químicos da Terra jovem originaram a biologia, sabemos que a diversidade e a complexidade que vemos no mundo vivo não é um produto do mero acaso. Evolução é a combinação de mutações aleatórias e da seleção natural. Darwin chegou ao termo “seleção natural” em analogia ao termo “seleção artificial” usadas por criadores de gado. Em ambos os casos, seleção demonstra um efeito altamente não-aleatório no desenvolvimento de quaisquer espécies.

5) Ateísmo não tem conexão com a ciência.
Apesar de ser possível ser um cientista e ainda acreditar em Deus — alguns cientistas parecem conseguir isto — não há dúvida alguma de que um envolvimento com o pensamento científico tende a corroer, e não a sustentar, a fé. Tomando a população americana como exemplo: A maioria das pesquisas mostram que cerca de 90% do público geral acredita em um Deus pessoal; entretanto 93% dos membros da Academia Nacional de Ciências não acreditam. Isto sugere que há poucos modos de pensamento menos apropriados para a fé religiosa do que a ciência.

6) Ateus são arrogantes.
Quando os cientistas não sabem alguma coisa — como porque o universo veio a existir ou como a primeira molécula auto-replicante se formou — eles admitem. Na ciência, fingir saber coisas que não se sabe é uma falha muito grave. Mas isso é o sangue vital da religião. Uma das ironias monumentais do discurso religioso pode ser encontrado com freqüência em como as pessoas de fé se vangloriam sobre sua humildade, enquanto alegam saber de fatos sobre cosmologia, química e biologia que nenhum cientista conhece. Quando consideram questões sobre a natureza do cosmos, ateus tendem a buscar suas opiniões na ciência. Isso não é arrogância. É honestidade intelectual.

7) Ateus são fechados para a experiência espiritual.
Nada impede um ateu de experimentar o amor, o êxtase, o arrebatamento e o temor; ateus podem valorizar estas experiências e buscá-las regularmente. O que os ateus não tendem a fazer são afirmações injustificadas (e injustificáveis) sobre a natureza da realidade com base em tais experiências. Nâo há dúvida de alguns cristãos mudaram suas vidas para melhor ao ler a Bíblia e rezar para Jesus. O que isso prova? Que certas disciplinas de atenção e códigos de condutapodem ter um efeito profundo na mente humana. Tais experiências provam que Jesus é o único salvador da humanidade? Nem mesmo remotamente — porque hindús, budistas, muçulmanos e até mesmo ateus vivenciam experiências similares regularmente. Nâo há, na verdade, um único cristão na Terra que possa estar certo de que Jesus sequer usava uma barba, muito menos de que ele nasceu de uma virgem ou ressuscitou dos mortos. Este não é o tipo de alegação que experiências espirituais possam provar.

8) Ateus acreditam que não há nada além da vida e do conhecimento humano.
Ateus são livres para admitir os limites do conhecimento humano de uma maneira que nem os religiosos podem. É óbvio que nós não entendemos completamente o universo; mas é ainda mais óbvio que nem a Bíblia e nem o Corão demonstram o melhor conhecimento dele. Nós não sabemos se há vida complexa em algum outro lugar do cosmos, mas pode haver. E se há, tais seres podem ter desenvolvidos um conhecimento das leis naturais que vastamente excedem o nosso. Ateus podem livremente imaginar tais possibilidades. Eles também podem admitir que se extraterrestres brilhantes existirem, o conteúdo da Bíblia e do Corão lhes serão menos impressionante para eles do que são para os humanos ateus. Do ponto de vista ateu, as religiões do mundo trivializam completamente a real beleza e imensidão do universo. Não é preciso aceitar nada com base em provas insuficientes para fazer tal observação.

9) Ateus ignoram o fato de que as religiões são extremamente benéficas para a sociedade.
Aqueles que enfatizam os bons efeitos da religião nunca parecem perceber que tais efeitos falham em demonstrar a verdade de qualquer doutrina religiosa. É por isso que temos termos como “wishful thinking” e “auto-enganação.” Há uma profunda diferença entre uma ilusão consoladora e a verdade. De qualquer maneira, os bons efeitos da religião podem ser certamente questionados. Na maioria das vezes, parece que as religiões dão péssimos motivos para se agir bem, quando temos bons motivos atualmente disponíveis. Pergunte a sí mesmo: o que é mais moral? Ajudar os pobres por se preocupar com seus sofrimentos, ou ajudá-los porque você acha que o criador do universo quer que você o faça e o recompensará por fazê-lo ou o punirá por não fazê-lo?

10) Ateísmo não fornece nenhuma base para a moralidade.
Se uma pessoa ainda não entendeu que a crueldade é errada, não descobrirá isso lendo a Bíblia ou o Corão — já que esses livros transbordam de celebrações da crueldade, tanto humana quanto divina. Não tiramos nossa moralidade da religião. Decidimos o que é bom recorrendo a intuições morais que são (a certo ponto) embutidas em nós e refinadas por milhares de anos de reflexão sobre as causas e possibilidades da felicidade humana. Nós fizemos um progresso moral considerável ao longo dos anos, e não fizemos esse progresso lendo a Bíblia ou o Corão mais de perto. Ambos os livros aceitam a prática de escravidão — e ainda assim seres humanos civilizados agora reconhecem que escravidão é uma abominação. Tudo o que há de bom nas escrituras — como a regra de ouro por exemplo — podem ser apreciadas por seu valor ético, sem a crença de que ela nos tenha sido passada pelo criador do universo.

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10 Perguntas que todo cristão inteligente deveria conhecer

Fala pessoal,
Estava eu outro dia navegando pelo youtube quando resolvi colocar lá em inglês as palavras "perguntas", "inteligentes", e "cristãos" então fui descendo e encontrei um site extremamente interessante que é www.godisimaginary.com. Estava no final de um filme...
Eu traduzi ele aqui para vocês, mas o vídeo também está aqui em baixo...
(Copie e cole na barra de endereços)
http://www.youtube.com/watch?v=zDHJ4ztnldQ



Eu Suporei que você é um cristão educado. Você tem um grau de faculdade, e você foi treinado para pensar logicamente e racionalmente sobre o mundo em que nós vivemos. Por exemplo, você pode ser:


- Um coordenador ou um cientista
- Um doutor, um farmacêutico ou uma enfermeira
- Um professor
- Um gerente ou um administrador
- Um empregado federal
- Um proprietário empresarial
- Um representante
- Um executivo
- Um advogado
- Um contabilista
- Uma pessoa que trabalha no setor financeiro ou nos recursos humanos
- Um arquiteto ou um desenhador
- Um programador de software

Ou seja você é uma pessoa esperta. Você sabe como o mundo trabalha, e você sabe pensar criticamente.

Se você é um cristão educado, eu gostaria de falar hoje com você sobre uma pergunta importante e interessante. Você já pensou sobre a utilização de sua instrução de faculdade para analisar sua fé? Sua vida e sua carreira exijem que você se comporta e aja racionalmente. Deixa-nos aplicar suas habilidades de pensamento críticas enquanto nós discutimos 10 perguntas simples sobre sua religião.
Está aqui um exemplo do tipo da coisa que eu estou falando aproximadamente: Como um cristão, você acredita no poder da oração. De acordo com uma votação recente, 3 de 4 doutores acreditam que Deus está executando milagres médicos na terra agora. A maioria de cristãos acreditam que Deus está curando as doenças, invertendo os efeitos dos venenos e assim por diante.

>Está tão aqui a pergunta #1: Por que Deus não cura amputados?
É uma pergunta simples, não é? Nós todos sabemos que os pés amputados não regeneram espontâneamente em resposta à oração. Os Amputados, não recebem milagres de Deus
Se você é uma pessoa inteligente, você tem que admitir que é uma pergunta interessante. De um lado, você acredita que Deus responde a orações e executa milagres. De outro lado, você sabe que Deus ignora completamente amputados quando oram por milagres.
Como você trata esta discrepância? Como uma pessoa inteligente, você tem que tratar ela, porque não faz nenhum sentido. A fim suportá-la, observar que você tem que criar algum tipo da racionalização. Você tem que inventar uma desculpa no interesse de Deus para explicar este fato da vida estranho. Você pode ter dito, "bem, deus deve ter algum tipo da plano especial para amputados." Assim você inventa sua desculpa, Seja qual for, e então você para de pensar sobre ela porque é incômoda.
Está aqui um outro exemplo. Como um cristão, você acredita que Deus se importa com você e responde as suas orações.

>Assim a segunda pergunta é: Por que há tantos povos esfomeados em nosso mundo?
Olhe a sua volta e observe que milhões de crianças morrem de inanição. É realmente horrível. Por que Deus estaria preocupado sobre você que pede um aumento, ao ao mesmo tempo ignorar as orações destas crianças pequenas desesperadas, inocentes? Realmente não faz nenhum sentido, faz? Por que um deus benevolente faria isso?
Para explicá-lo, você tem que vir acima com alguma sorte da desculpa muito estranha para Deus. Como, "Deus quer estas crianças sofrendo e morrendo para algum motivo divino, misterioso"; Então você empurra-o fora de sua mente porque absolutamente não cabe com sua ideia de um amoroso deus que olha por todos.
Terceira pergunta: Por que Deus exije a morte de tantos povos inocentes na Bíblia? Olhe esses versos:

- 35:2 do êxodo - Deus exije que nós matamos todos que trabalham no dia do Sabado.

- O 21:18 de Deuteronomy - 21 - deus exije que nós matamos adolescentes desobedientes.

- 20:13 de Leviticus - Deus exije a morte dos homossexuais.

- O 22:13 de Deuteronomy - 21 - deus exije que nós matamos as meninas que não são virgens quando se casam.

E assim por diante… Há um monte de versos como estes.
Não faz nenhum sentido, faz? Por que um deus que nos ama Quer nos ver matar nossos entes queridos ou iguais sob circunstâncias tão triviais? Apenas porque você trabalha no dia errado da semana, você deve morrer? Isso não faz nenhum sentido, faz? De fato, se você pensa sobre ele, você realiza que é insano. Assim você cria algum tipo da racionalização para explicar estes versos.

>Pergunta #4: Por que a Bíblia contem tanto o absurdo anticientífico? Você tem um grau de faculdade, desta forma você sabe o que eu estou falando. Você sabe que a ciência trabalha. Você usa feliz os produtos da ciência diários: seu carro, seu telefone celular, seu forno de micrôondas, sua televisão, seu computador. Estes são todos os produtos do processo científico. Você sabe que a ciência é incrivelmente importante para nossa economia e para nossas vidas.
Mas há um problema. Porque uma pessoa educada como você sabe que a Bíblia contem todas as sortes da informação que é absurdo total de uma perspetiva científica.

- Deus não criou o mundo em 6 dias 6.000 anos há como a Bíblia diz.

- Havia nunca uma inundação mundial que cobrisse Mt. Everest como a Bíblia diz.

- Jonah não viveu dentro do estômago de um peixe por três dias como a Bíblia diz.

- Deus não criou Adam de um punhado da poeira como a Bíblia diz.

Estas histórias são todas um absurdo. Por que um deus que tudo sabe escreveria um absurdo desses? Não faz nenhum sentido, faz? Assim você cria algum tipo de desculpa muito estranha para tentar explicar porque a Bíblia contem tanta falta de sentido.

>Pergunta #5: Por que é Deus um proponente tão enorme da escravidão na Bíblia? Olhar estes versos da Bíblia:

- O 21:20 do êxodo - 21 - deus diz que é APROVADO a próprios escravos, e é igualmente ESTÁ BEM bater neles.

- O 3:22 de Colossians - 24 - escravos precisam obedecer seus mestres.

- 6:5 de Ephesians - os escravos precisam obedecer seus mestres porque está na lei de cristo.

- 1 2:18 de Peter - os escravos precisam de obedecer seus mestres, mesmo se seus mestres forem grosseiros.

E assim por diante…
E por que todos os povos inteligentes abhor a escravidão e fazem-na completamente ilegal? Você tem que vir com algum tipo da racionalização estranha explicá-lo.

>Pergunta #6: Por que as coisas más acontecem aos bons povos? Isso não faz nenhum sentido. Você criou uma desculpa exótica no interesse dDeus para racionalizá-lo.

>Pergunta #7: Por que nemum dos milagre de Jesus na Bíblia não deixaram atrás evidência alguma? Isso é muito estranho, não é? Você criou uma desculpa para racionalizá-la.

>Pergunta #8: Como nós explicamos o fato de que Jesus nunca lhe apareceu? Jesus é todo-poderoso e intemporal, mas se você reza para que Jesus apareça, nada acontece. Você tem que criar uma racionalização estranha para tratar esta discrepância.

>Pergunta #9 - Por que Jesus o quereria comer seu corpo e beber seu sangue? (mesmo que seja uma figura de linguagem) Soa totalmente grotesco, não faz? Por que Deus todo-poderoso o quereria fazer algo que, em o outro contexto, soa como um desgostoso, ritual canibal, satânico?

>E finalmente, pergunta #10 - por que os cristãos se divorciam na mesma taxa que não-Cristãos? Os cristãos se casam na frente de Deus e de seus amigos cristãos. E então dizem, "O que deus uniu, homem nenhum pode desunir." Deus é todo-poderoso, assim que se Deus uniu dois povos que devem selar o negócio, certo? Contudo os cristãos se divorciam na mesma taxa que todos outros. Para explicar isso, você tem que criar mais uma racionalização complicada.

Assim, nós vimos 10 perguntas fascinantes. A fim acreditar em Deus, você teve que criar todas as sortes de racionalizações e de desculpas estranhas. Se você é um inteligente, a pessoa que tem uma faculdade, todas estas desculpas e as racionalizações fazem-no provavelmente incômodo. Se você pensa sobre ela honestamente, usando as habilidades de pensamento críticos que você aprendeu na faculdade, você tem que admitir que suas respostas a estas perguntas não fazem nenhum sentido de todo.
Agora, deixar-me mostrar-lhe algo notável. Se você supor que Deus é imaginário? Uma coisa engraçada acontece: as respostas a cada destas perguntas fazem o sentido completo. É só olhar todas as dez perguntas como uma pessoa inteligente:

1) Por que Deus não cura amputados? Porque Deus é imaginário, e ele não responde a nenhuma orações. Cada "oração" respondida é na realidade uma coincidência. Toda a prova científica suporta esta conclusão.

2) Por que há tantos povos esfomeados em nosso mundo? Porque Deus é imaginário, e ele é conseqüentemente incapaz de responder a suas orações.

3) Por que Deus exije a morte de tantos povos inocentes na Bíblia? Porque Deus é imaginário, e a Bíblia foi escrito por homens ridículos, cruéis que não eram muito tolerantes.

4) Por que a Bíblia contem tanto absurdo anticientífico? Novamente. Os homens primitivos escreveram a Bíblia, e eles não eram conhecedores da verdade.

5) Por que é Deus um proponente tão enorme da escravidão? Novamente..

6) Por que as coisas más acontecem a pessoas boas? Porque Deus é imaginário e as coisas más acontecem nas mesmas taxas estatísticas a todos.

7) Por que alguns dos milagre de Jesus na Bíblia não deixaram atrás evidência alguma? Porque Deus e milagres são imaginários, e os milagres de Jesus são mitos.

8) Como nós explicamos o fato de que Jesus nunca lhe apareceu? Porque Deus é imaginário.

9) Por que Jesus quer que comamos seu corpo e bebamos seu sangue? Porque Deus é imaginário, e este estranho veio de uma religião pagã.

10) Por que os cristãos se divorciados na mesma taxa que não-Cristãos? Porque Deus é imaginário.

Você vê o que aconteceu aqui? Quando nós supomos que Deus existe, as respostas a estas dez perguntas não fazem absolutamente nenhum sentido. Mas se nós supomos que Deus é imaginário, nosso mundo faz o sentido completo.
É interessante, não é? Realmente, é mais do que interessante - é incrivelmente importante.
Nosso mundo faz somente o sentido quando nós compreendemos que Deus é imaginário.
Assim é como as pessoas inteligentes, racionais sabem que Deus é imaginário.
Quando você usa seu cérebro, e quando você pensa logicamente sobre sua fé religiosa, você pode alcangar somente uma conclusão possível: o " Deus" que você se ouviu aproximadamente desde que você era um infante é completamente imaginário. Você tem que intencionalmente rejeitar a racionalidade, e aceitar centenas de racionalizações estranhas para acreditar em seu " Deus."
Agora, deixar-me fazem-lhe uma última pergunta: por que deve você se importa? Que diferença ele faz se o povo quere acreditar em um " Deus" , mesmo se é imaginário?
Importa porque os povos que acreditar em seres imaginários são delusório.
Importa porque os povos que falam aos seres imaginários são delusórios.
Importa porque os povos que acreditam em superstições imaginárias como a oração é delusória.
É assim simples, e assim óbvio. Suas crenças religiosas ferem-no pessoal e ferem-nos como uma espécie porque são delusórias. A crença em algum " Deus" é o absurdo completo.
Você é uma pessoa esperta. É hora para que você use sua inteligência para livrar-se destas desilusão. É hora de começar a pensar como ser humano racional, do que aderir aos amigos imaginários e às fantasia da infância.

Você gostaria de aprender mais? Visite por favor www.WhyWontgodHealAmputees.com e www.godIsImaginary.com.



Pessoalmente eu não concordo com todas as perguntas acima, algumas são sim explicáveis
Gostei muito desse site e vou traduzir mais vídeos deles pra vocês ;)
Obrigado pelo seu tempo...

STR